TOP vinte e sete Maneiras De que forma Ganhar Dinheiro

27 Nov 2018 11:29
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<h1>As 9 Formas De Reciclar Seus Postagens De Website Em Outros Modelos De Conte&uacute;do</h1>

<p>Dessa vez, as pesquisas acertaram em cheio. O efeito das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais de ontem na Fran&ccedil;a decepcionou quem aguardava outra surpresa ap&oacute;s Brexit e Donald Trump. Com 100% dos votos apurados, Emmanuel Macron (Em Marche! - Avante!) tinha 24,1%; Marine Le Pen (Frente Nacional - FN), 21,3%; Fran&ccedil;ois Fillon (Os Republicanos), 20%; e Jean-Luc M&eacute;lenchon (A Fran&ccedil;a Insubmissa), 19,6% -exatamente como previam os institutos pela v&eacute;spera.</p>

<p>A precis&atilde;o incr&iacute;vel das pesquisas, que cravaram o segundo turno entre Macron e Marine e a ordem exata da vota&ccedil;&atilde;o numa luta acirrada, cujo resultado ningu&eacute;m se arriscava a prever, nem foi o evento mais excepcional. Macron &eacute; o primeiro classificado ao segundo turno na Fran&ccedil;a que jamais foi eleito para nada (no Executivo, foi secret&aacute;rio-adjunto do gabinete e ministro da Economia do atual presidente, Fran&ccedil;ois Hollande).</p>

<p>Teu partido nem ao menos existia h&aacute; um ano. Ser&aacute; o segundo turno mais jovem na 5&ordf; Rep&uacute;blica Francesa, que data de 1958. Com trinta e nove anos (completados em dezembro), Macron &eacute; o candidato mais jovem a regressar t&atilde;o distante. Na primeira vez, a FN rompeu em uma vota&ccedil;&atilde;o nacional a barreira dos 20% dos votos. Em 2002, o pai de Marine, Jean-Marie, teve 17,8% no segundo turno, que perdeu para Jacques Chirac.</p>

<p>Pela primeira vez, nenhum dos 2 maiores partidos do na&ccedil;&atilde;o est&aacute; representado pela luta: nem ao menos o Partido Socialista (antes SFIO) nem sequer Os Republicanos (antes UMP, RPR, UDR e UNR). Em apenas 3 elei&ccedil;&otilde;es anteriores (1969, 1974 e 2002), um candidato outsider conseguira romper o duop&oacute;lio esquerda-direita que marca a pol&iacute;tica francesa. Est&aacute; pela recess&atilde;o nesse duop&oacute;lio a explica&ccedil;&atilde;o pro &ecirc;xito de Macron.</p>
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<p>“Apesar da juventude, ele &eacute; um dos pol&iacute;ticos franceses mais experientes pra encarar com a intermin&aacute;vel guerrilha da pol&iacute;tica dom&eacute;stica”, diz em seu web site Arthur Goldhammer, acad&ecirc;mico especializado em Fran&ccedil;a da Escola Harvard. “Ele na verdade adquiriu essa experi&ecirc;ncia na negocia&ccedil;&atilde;o das leis Macron e El Khomri.” Ex-banqueiro, formado pela iniciativa privada, Macron &eacute; uma esp&eacute;cie de Jo&atilde;o Doria franc&ecirc;s.</p>

<p>“&Eacute; um gestor, n&atilde;o um mago. Contudo pol&iacute;tica &eacute; o ambiente incorreto para procurar magos”, diz Goldhammer. Macron se beneficiou da decad&ecirc;ncia mundial que atravessa a social-democracia, representada na Fran&ccedil;a pelo PS. Apesar de reformas liberais gerarem protestos dos interesses afetados, &eacute; evidente para a maioria silenciosa do eleitorado o esgotamento do padr&atilde;o de avan&ccedil;o fundamentado no Estado.</p>

<p>A vota&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos partidos social-democratas pela Europa caiu 24% pela compara&ccedil;&atilde;o com 2005, segundo um levantamento da revista The Economist. &Eacute; a terceira vez, em 9 elei&ccedil;&otilde;es desde 1965, que o PS n&atilde;o chega ao segundo turno na Fran&ccedil;a. A posi&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica de Macron no tabuleiro pol&iacute;tico franc&ecirc;s &eacute; a sublime. Num momento em que a polariza&ccedil;&atilde;o toma conta da pol&iacute;tica, ele soube elaborar um discurso capaz falando n&atilde;o ser “nem de esquerda, nem de direita”, querendo aproveitar o melhor dos dois lados. Numa escala elaborada na Funda&ccedil;&atilde;o Jean-Jaur&egrave;s que vai de 1 a 10, da extrema esquerda &agrave; extrema direita, Macron registra 5,2 - ante 9,um de Marine, 8,1 do conservador Fillon, 2,8 do socialista Beno&icirc;t Hamon e 1,5 do “bolivariano” M&eacute;lenchon.</p>

<p>Macron era, desse jeito, o &uacute;nico candidato centrista. Ou levemente &agrave; direita, exatamente como o franc&ecirc;s m&eacute;dio, que marca 5,cinco na mesma escala. Dos franceses, 22,5% se dizem de esquerda; 36,3% de direita; e 34%, moderados. “Ele est&aacute; no territ&oacute;rio direito, na hora certa”, admite o cientista pol&iacute;tico Gilles Finchelstein, da Jean-Jaur&egrave;s. “No territ&oacute;rio correto, onde est&aacute; a maioria dos franceses.</p>

<p>A diferen&ccedil;a dele pra Macron estava pela experi&ecirc;ncia legislativa e no suporte s&oacute;lido nas m&aacute;quinas partid&aacute;rias. Macron ter&aacute; a seu favor, no segundo turno, a oposi&ccedil;&atilde;o &agrave; FN que une a maioria da na&ccedil;&atilde;o francesa. Fillon e Hamon j&aacute; lhe deram apoio, do mesmo jeito que aproximadamente todos os pol&iacute;ticos de algum relevo associados aos partidos habituais.</p>

<p>Todavia, caso ele ven&ccedil;a, &eacute; improv&aacute;vel que este suporte se estenda &agrave; gera&ccedil;&atilde;o do governo. “O momento importante se dar&aacute; nas elei&ccedil;&otilde;es legislativas (marcadas pra junho)”, diz em postagem o cientista pol&iacute;tico Fran&ccedil;ois Briatte, da Faculdade Europeia de Ci&ecirc;ncias Pol&iacute;ticas e Sociais, em Lille. Quem quer que ven&ccedil;a ter&aacute; que do suporte dos partidos habituais para formar um governo de coaliz&atilde;o.</p>

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